domingo, 6 de novembro de 2011

Tão perto, porém tão longe.
Não há nada além dessa clichê frase que possa descrever tudo isso.
Noites que se juntam em um único momento e parecem durar apenas um segundo.
Que vontade mais que absurda de gritar.
Às duas da manhã talvez sejamos os únicos nessa cidade que mesmo esgotados ainda não se entregaram.
Porém em universos separados.
Vontades que não se cruzarão e mesmo assim continuam em mim.
Transcendem o sono, o cansaço físico, o intensivo!
Querendo só ver, só ouvir, só sentir...
Pensar no por quê disso tudo, dessa naturalidade, dessa "falta de vergonha".
O peso das pálpebras já não importa.
Te ver é o suficiente.
Consumindo o máximo que posso de ti.
Te respirando cada vez mais.
Está ficando marcado na pele, tomando teu espaço sobre mim.
Meu vício. Nasceu!

Em 03/06/09, às 02h49

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